Você sabe a origem do termo “Economia Criativa”?

Para definir “Economia Criativa” em Minas Gerais e no Brasil o estudo “Radar”, produzido pelo Observatório P7 Criativo, delimitou quatro áreas de trabalho, como podem ser lidas neste post aqui. Mas você sabe onde nasceu o termo “Economia Criativa”?

A expressão em si foi cunhada pelo britânico John Howkins no livro “Economia criativa – como ganhar dinheiro com ideias criativas‎”, que teve sua primeira edição no Brasil em 2012. Mas origem do conceito remonta à Austrália, em 1994. Naquele ano, o então primeiro-ministro Paul Keating lançou a política pública de estímulo à área cultural, chamada de “Creative Nation”, que em livre tradução, significa Nação Criativa. Foram destinados US$ 250 milhões em financiamento adicional às instituições culturais.

À época, o relatório enfatizou a importância da cultura para a identidade nacional e definiu o termo de forma mais ampla do que as concepções anteriores, incluindo cinema, rádio, bibliotecas e muito mais.

Além disso, destacou o potencial econômico da atividade cultural e das artes, ao afirmar que “esta política cultural é também uma política econômica. Cultura cria riqueza. Amplamente definida, nossas indústrias culturais geram 13 bilhões de dólares por ano. A cultura emprega. Cerca de 336.000 australianos são empregados em indústrias relacionadas à cultura. Cultura agrega valor, faz uma contribuição essencial para inovação, marketing e design.

É um distintivo da nossa indústria. O nível de nossa criatividade determina substancialmente a nossa capacidade de nos adaptar a novos imperativos econômicos. É uma exportação valiosa em si e um acompanhamento essencial para a exportação de outras commodities. Atrai turistas e estudantes, é essencial para o nosso sucesso econômico “.
Nesta reportagem aqui, o jornal Nexo faz uma apanhado de toda a história do termo e o papel da Economia Criativa no desenvolvimento do país. Além disso, aponta a falta de políticas públicas como empecilho ao desenvolvimento da área no Brasil.

Compartilhe:
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on google

Conteúdo Relacionado

Plataformas trazem diferentes possibilidades para setor produtivo
Plataformas trazem diferentes possibilidades para setor produtivo