Aproveite o melhor do Turismo e Gastronomia mineiros – o lado mais gostoso da Economia Criativa

A Economia Criativa é o cerne do P7 e todos os negócios e empreendimentos ligados ao setor são de nosso interesse, como é o caso do Turismo e da Gastronomia. Após dois anos de distanciamento social, nada mais natural que buscar oportunidades de viajar e conhecer mais de nossa cultura da melhor forma possível – in loco.

E como a ideia é estimular o Turismo, por que não aproveitar as belezas de Minas por caminhos centenários, trilhados por nossos ancestrais? A Estrada Real é um dos maiores tesouros do país, e o Instituto Estrada Real tem todas as informações para quem desejar conhecer as trilhas e possibilidades disponíveis pelo percurso

Segundo dados do instituto, a Estrada Real é a maior rota turística do país, com mais de 1.630 quilômetros de extensão e passa por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Surgiu em meados do século 18, quando a Coroa Portuguesa decidiu oficializar os caminhos para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. As trilhas que foram delegadas pela realeza ganharam o nome de Estrada Real.

Essas trilhas foram “redescobertas” e hoje o turismo em torno da Estrada Real é bem desenvolvido e recebe milhares de pessoas por ano. O percurso foi dividido em quatro trechos para facilitar a escolha de um roteiro de acordo com o tempo disponível para a viagem, modo de transporte, quilometragem e até as porcentagens de asfalto, estradas de terra e trilhas. 

O trecho Caminho dos Diamantes foi criado para conectar a sede da Capitania, Ouro Preto, à principal cidade de exploração de diamantes, Diamantina. Ele possui 395 quilômetros ao todo e inclui as cidades de Jaboticatubas, Couto de Magalhães de Minas, Santo Antônio do Itambé, Bela Vista de Minas, Serra Azul de Minas, Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo.

O Caminho Novo engloba em 515 quilômetros de extensão as cidades de Magé, Juiz de Fora, Matias Barbosa, Antônio Carlos, Chiador, Porto Estrela e Olaria. Seu objetivo era servir como um caminho mais seguro ao porto do Rio de Janeiro, principalmente porque as cargas estavam sujeitas a ataques piratas na rota marítima entre Paraty e Rio.

E se temos um caminho novo, também temos um Caminho Velho, com 710 quilômetros ao todo, que inclui Aiuruoca, Jeceaba, Madre de Deus de Minas, Tiradentes, Canas, Cambuquira e Tremembé. Ele era chamado antes de Caminho do Ouro e foi o primeiro trajeto determinado pela Coroa Portuguesa e liga Ouro Preto a Paraty.

E, para fechar, há o Caminho do Sabarabuçu com 160 quilômetros de extensão, que passa pelas cidades de Sabará, Brumadinho, Raposos, Acuruí, Caeté e Morro Vermelho. Este trecho é rodeado por esplêndidas paisagens de tirar o fôlego.

E todos eles são cercados pelas mais belas paisagens, cachoeiras, rios, pessoas, bares, restaurantes, lanchonetes, hotéis, pousadas, pensões, igrejas, museus e todo o tipo de atração cultural e turística para atrair todos os públicos. Vamos aproveitar?

Se quiser mais informações, acesse o site https://institutoestradareal.com.br/ e se divirta criando seu roteiro personalizado.

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