Patrimônios Imateriais de Minas Gerais

Você conhece os bens imateriais de Minas Gerais tombados pelo patrimônio histórico? Os bens de natureza imaterial são aquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em atividades, ofícios e modos de fazer; celebrações; expressões teatrais, plásticas, musicais ou lúdicas e também lugares tradicionais, que fazem parte da história do estado como mercados, feiras e santuários, que abrigam práticas culturais coletivas. Conheça os bens imateriais já registrados de Minas:

Modo artesanal de fazer queijo de minas – tombado pelo patrimônio desde 2008, a partir de um inventário feitos nas fazendas produtoras de queijo das as regiões do Serro, da Serra da Canastra e da Serra do Salitre.

Toque dos sinos – o toque dos sinos em Minas Gerais marca as horas, anuncia celebrações e ritos religiosos e comunica informações de interesse geral. Em 2009, esse bem foi registrado a partir da prática de igrejas de São João Del-Rei, Congonhas, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Diamantina, Sabará, Serro e Tiradentes.

Ofício de Sineiro – também em 2009, além do toque dos sinos, o ofício do sineiro foi tombado. Ele é fundamental para preservar o significado e a reprodução dos toques, reconhecidos pela população e incorporados à identidade das comunidades.

Folias de Reis – em 2017, as folias foram declaradas patrimônio imaterial do estado. A manifestação festiva de música e dança é feita nas semanas que antecedem o Natal e têm o seu ponto alto no dia 06 de janeiro, que marca, segundo a tradição cristã, a visita dos três reis magos ao menino Jesus.

Modo artesanal de fazer o queijo da região do Serro – em 2004, antes de ser considerado patrimônio imaterial nacional, o modo de fazer o queijo artesanalmente da região do Serro já era tombado como patrimônio imaterial do estado.

Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte – o evento foi registrado em 2013. A tradicional festa de mais de dois séculos, tem duração de 15 dias, com novenas, leilões, rituais, distribuição de comida e doces, encenações e cortejos.

Comunidade dos Arturos – foi a primeira reconhecida como patrimônio cultural do Brasil, em 2014. Localizada em Contagem, a comunidade quilombola tradicional é formada pelos descendentes e agregados de Arthur Camilo Silvério e Carmelinda Maria da Silva e preserva diversas manifestações culturais de origem africana.

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