Um marco do Modernismo Brasileiro no coração de Belo Horizonte

Conheça um pouco mais sobre a história do edifício do P7 Criativo

O prédio do P7 Criativo foi reinaugurado em abril, totalmente reformado, reformulado e pronto para receber grandes, médias e pequenas empresas da indústria criativa de todo o país. Ao longo de seus andares, o edifício disponibiliza salas personalizadas, espaços de coworking, auditório, rooftop para eventos corporativos e, em breve, também terá restaurante e um museu. 

E já que estamos falando do que o P7 pode oferecer aos empreendedores criativos, vale a pena também dar mais detalhes sobre esta magnífica obra arquitetônica que faz parte da história da capital mineira.

O edifício que abriga o P7 Criativo foi projetado em 1953 por Oscar Niemeyer e marca o início da arquitetura moderna em arranha-céus em Belo Horizonte. Com 25 andares e mais de 14 mil metros quadrados de área construída, ele representou uma revolução quando foi construído, pelo contraste com a arquitetura tradicional dos outros prédios da Praça Sete, e também pelo grande porte e desenho inovador.

Ele primeiro abrigou o antigo Banco Mineiro de Produção e depois ficou mais conhecido como o prédio do Bemge. Em 2016, o edifício foi tombado como patrimônio arquitetônico, 

pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA/MG. Desde que foi inaugurado, a primeira grande reforma na construção só ocorreu 50 anos depois, em 1998, quando o estado de conservação foi considerado muito crítico. 

Recentemente, o prédio passou por uma nova restauração completa para abrigar o P7 Criativo e é possível ver da rua a grande mudança com os brisesoleils novamente pintados de branco, e as vidraças e painéis de tijolos de vidro renovados. Internamente, foi feita uma recuperação do revestimento em pedra lioz nas paredes da recepção e no hall dos elevadores, e os tacos de madeira peroba originais foram cuidadosamente removidos e restaurados, um a um, para serem reinstalados no terceiro andar. 

O cuidado da reforma foi tão detalhado que para os banheiros foi necessário encomendar a uma fábrica de azulejos a produção do revestimento branco no tamanho 15 x 15 centímetros, como usado na construção original, e que não mais são encontrados à venda no mercado.

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