ONU defende a inclusão digital

As Nações Unidas estimam que mais de três bilhões de pessoas ainda não têm acesso à internet. A maioria são mulheres. Segundo os dados da ONU, pessoas do gênero feminino têm 25% menos chance de dominar a tecnologia digital para fins básicos.

As usuárias são quatro vezes menos propensas a saber programar computadores e possuem 13 vezes menos possibilidade de solicitar uma patente de Tecnologia da Informação e Comunicação. O déficit de acesso de mulheres e meninas ao mundo digital inclui a falta de uma conta de correio eletrônico, o que tem efeitos na qualidade da educação, da saúde e no acesso a empregos e meios de subsistência.

Cerca de US$ 400 bilhões são necessários para conectar os cerca de três bilhões de pessoas à internet de banda larga até 2030. Destes, US$ 100 bilhões seriam para atender à África.

A pandemia evidenciou a relevância da ciência, da tecnologia e da inovação para o bem-estar e a sobrevivência humana. Entre os exemplos disso estão a aprovação de vacinas em tempo recorde e o aumento da inovação em medicamentos e tecnologias de comunicação digital.

Nesse período também houve mais descobertas científicas, colaborações e novas formas de prestação de serviços. Para a ONU, esses avanços são promissores e devem ser revertidos para vencer os grandes desafios da crise climática e da redução de desigualdades, incluindo a exclusão digital.

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