Conexão entre Hubs: entrevista com o CEO do BiotechTown, Bruno Andrade

Estamos conectados com os hubs mineiros para formar novos ecossistemas colaborativos. O BiotechTown é um desses parceiros que atua para transformar os negócios em conjunto com pessoas e empresas. Pela colaboração constante e gerando novas conexões de sucesso, o hub de inovação atende a bionegócios de todos os portes em suas diferentes fases, da pesquisa ao mercado.

O BiotechTown oferece laboratórios, coworking e salas de produção para impulsionar o ecossistema. Para saber mais sobre esse processo colaborativo, conversamos com o CEO Bruno Andrade sobre as vantagens de uma startup estar sediada em um hub, sobre trabalho colaborativo e o futuro da inovação no mercado brasileiro. Leia a entrevista completa abaixo.

P7 Criativo: Quais as vantagens que uma startup tem por estar sediada em um hub?

Bruno: Faz parte da cultura das startups e da velocidade em que elas buscam performance o compartilhamento de experiências, tecnologias e provocações. Num hub de inovação, o espaço físico (ou mesmo virtual, no “novo normal”) é desenhado para estimular e permitir esta troca. No BiotechTown nosso time compartilha do mesmo espaço que as startups sediadas no hub, assim como mentores e empresas já estabelecidas que residem aqui. Isso nos permite identificar conexões em prol do desenvolvimento de cada uma das startups que frequentam nosso espaço.

P7 Criativo: Como um empreendedor pode se desenvolver a partir de um trabalho colaborativo?

Bruno: Uma premissa importante no ecossistema das startups é a disposição para compartilhar e colaborar para o sucesso de seu modelo. Reter informações, processos ou insights não garante a nenhuma startup o seu sucesso ou amadurecimento. Exercer a colaboração é uma via de mão dupla de extrema capacidade para acelerar o atingimento dos objetivos. Ser colaborativo impõe liberdade de buscar colaboração.

P7 Criativo: Sobre a visão de futuro: o que você espera dos próximos anos de inovação para o mercado brasileiro?

Bruno: O axioma até surrado nos diz que para conseguir resultados diferentes é preciso fazer diferente. O mundo não será mais o mesmo após o momento que estamos vivendo e a biotecnologia e as ciências da vida se tornam o dínamo que vai gerar o novo olhar em direção a saúde, qualidade de vida e longevidade da humanidade. É até estranho dizer isso se considerarmos que a ciência biotécnica e da vida sempre estiveram presentes e influindo, mas o status de protagonismo que elas assumem e a nova forma que as coisas terão de fluir a partir de agora, é extremamente inovador. E o Brasil não é uma ilha.

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