Belo Horizonte é uma das cidades mais inteligentes e conectadas do país

A capital mineira conquistou uma posição privilegiada no Ranking Connected Smart Cities 2020. Seu desempenho foi resultado das notas de avaliação nos setores de saúde, tecnologia e inovação, governança e empreendedorismo.

O estudo avaliou 673 municípios brasileiros e outras duas cidades mineiras se destacaram na premiação geral: Viçosa e Juiz de Fora. Quando tomado apenas o eixo educação, Viçosa ocupa a primeira posição em Minas Gerais e a segunda no país. Já Belo Horizonte, está posicionada como terceira melhor no segmento saúde, oitava em inovação e tecnologia e 13ª em empreendedorismo.

Confira o levantamento completo em: ranking.connectedsmartcities.com.br

Smart Cities – cidades criativas e sustentáveis

São consideradas smart cities, ou cidades inteligentes, as localidades que se apropriam da tecnologia em seu planejamento urbano com um sistema de participação dos cidadãos. Fala-se, assim, de uma cidade em que há fluxos de conexões e interações estratégicas entre pessoas, com o objetivo de otimizar a gestão urbana em prol de soluções para os problemas da cidade.

Existem 10 dimensões que indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, meio-ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e economia.

O conceito de cidades inteligentes é prioridade nas discussões globais sobre o desenvolvimento sustentável e tem movimentado um mercado de soluções tecnológicas, com investimentos na ordem dos bilhões de dólares em produtos e serviços que sustentem o crescimento econômico e as necessidades de uma sociedade.

Faz parte dessa movimentação a inteligência de startups e negócios inovadores que atuam para planejar soluções para a cidade, bem como aquelas que trabalham com melhorias da infraestrutura urbana. Atualmente, mais da metade das cidades na Europa (com mais de 100 mil habitantes) já possuem ou estão implementando iniciativas para se tornarem smart cities.  O Brasil já segue esse exemplo.

Leia mais: Qual modelo de inovação escolher?

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